terça-feira, 28 de junho de 2011

sábado, 11 de junho de 2011


VIVER EM FAMÍLIA
    Analisando, em O Livro dos Espíritos, a Lei de Sociedade – uma das leis morais emanadas do Criador – Kardec pergunta aos Espíritos superiores se os laços de família poderiam ser considerados uma lei da Natureza, a que eles respondem:

[...] Há no homem alguma coisa mais, além das necessidades físicas: a necessidade de pro-
gredir. Os laços sociais são necessários ao progresso e os de família tornam mais aperta-
dos os laços sociais: eis por que os laços de família são uma Lei da Natureza. Quis Deus,
dessa forma, que os homens aprendessem a amar-se como irmãos1.


      Aprofundando, ainda mais, a análise desse assunto, pergunta Kardec: Qual seria, para a sociedade, o resultado do relaxamento dos laços de família? – “Uma recrudescência do egoísmo”,2 respondem os Espíritos superiores.

     Observa-se, dessa forma, que o núcleo familiar é a base da formação da sociedade. Uma família bem constituída, presidida pela prática do amor, da solidariedade e da fraternidade autênticas, com respeito recíproco voltado ao bem de todos, reflete positivamente em benefício da sociedade em geral, construindo um ambiente de paz, de união e de progresso.

     Cabe a cada um dos participantes do núcleo familiar, naturalmente, a responsabilidade de construir e preservar a harmonia doméstica. E essa responsabilidade é maior para com o casal formador da família que, renunciando a qualquer capricho pessoal, deve se dedicar com pleno amor aos filhos que gerou, dando-lhes segurança afetiva, formação básica para o trabalho e um sentido nobre para a sua existência.

     Como observa o próprio Codificador:
Mas, na união dos sexos, ao lado da lei divina material, comum a todos os seres vivos, há outra lei divina, imutável como todas as leis de Deus, exclusivamente moral: a lei de amor. Quis Deus que os seres se unissem não só pelos laços da carne, mas também pelos da alma, a fim de que a afeição mútua dos esposos se transmitisse aos filhos, e que fossem dois, e não somente um, a amá-los, a cuidá-los e a fazê-los progredir.3

     O melhor, mesmo, é viver e conviver em família. Construamos e fortaleçamos, mais, os seus laços.

terça-feira, 24 de maio de 2011

FOTOS DO ENCONTRO REGIONAL ESPÍRITA DA 6ªREGIÃO FEDERATIVA, REALIZADO NO INSTITUTO CAMINHO DA LUZ NA CIDADE DE BAGÉ
DIA 21 DE MAIO

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 




quinta-feira, 5 de maio de 2011

 
RESPONSABILIDADE PERANTE A VIDA
Temos grande responsabilidade perante a vida.
Nossos pensamentos, ações, palavras, sentimentos, flutuam no universo a procura de solo fértil para frutificar.
Forçoso admitir que permutando experiências com outras pessoas, influenciamos e somos influenciados, a vida em sociedade, necessariamente implica em responsabilidade, afinal, não estamos a sós, somos rodeados por nuvens de testemunhas,  que muitas vezes se apóiam em nossa maneira de ver a vida, as pessoas, o mundo,  para formaram suas opiniões.
 
Com a globalização e as informações transitando pelos quatro cantos do mundo à velocidade da luz, com a tecnologia nos colocando em contato com todos os recantos do universo, nossa responsabilidade aumentou muito, porquanto, nossas idéias, estão acessíveis a um maior número de pessoas.
 
Por isso, o bom senso, é virtude das mais importantes; onde falta o bom senso, abre-se espaço para os desentendimentos, a palavra amarga, a critica azeda, o destempero, a polêmica inútil...
 
Uma palavra rude, endereçada à alguém que se encontra mutilado por criticas têm o poder de desestimular ainda mais. Um pensamento enfermiço destinado a quem anda em desequilíbrio psíquico  têm o poder de desestabilizar ainda mais.
 
Dia desses, recebi um e mail onde o autor fazia clara apologia ao suicídio, dizia ele:
 
-          Gosto da idéia de que podemos escolher o lugar, como e onde iremos morrer, gosto da idéia do suicídio!
 
Lamentável artigo! O autor utiliza seu talento para plantar sementes de desesperança e confusão.
 
Fiquei a imaginar um artigo desses caindo nas mãos de alguém que traz o coração dilacerado pela dor e a alma enfermiça acalentando a idéia de auto extermínio.
 
Certamente será um grande empurrão para quem esta à beira do abismo existencial.
 
Faltou sensibilidade e responsabilidade ao autor, sabendo que seus escritos ultrapassam não raro fronteiras, deveria cultivar a prudência na hora de emitir opinião concernente a tema de tamanha gravidade.
 
Tem pessoas com extremo talento e que infelizmente aproveitam essa habilidade para irradiar dor, desolação, medo, tristeza...
 
Como explicar isso?
 
Falta-lhes algo primordial: Bom senso! Como se diz vulgarmente: Falta-lhes desconfiômetro.
 
Todavia, algo de que não poderão se furtar é a responsabilidade da colheita de suas plantações.
 
A lei de causa e efeito é implacável, atua-se com irresponsabilidade, certamente compromete-se com o reajuste, muitas vezes doloroso, porém, antes de mais nada pedagógico.
 
E assim, de reajuste em reajuste, vamos aprendendo a ter responsabilidade perante nossos atos, palavras, pensamentos...
 
Pensemos nisso!