segunda-feira, 8 de julho de 2013

MÃOS À OBRA

“Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação.” — Paulo. (1ª EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS, CAPÍTULO 14, VERSÍCULO 26.)
A igreja de Corinto lutava com certas dificuldades mais fortes, quando Paulo lhe escreveu a observação aqui transcrita.
O conteúdo da carta apreciava diversos problemas espirituais dos companheiros do Peloponeso, mas podemos insular o versículo e aplicá-lo a certas situações dos novos agrupamentos cristãos, formados no ambiente do Espiritismo, na revivescência do Evangelho.
Quase sempre notamos intensa preocupação nos trabalhadores, por novidades em fenomenologia e revelação.
Alguns núcleos costumam paralisar atividades quando não dispõem de médiuns adestrados.
Por quê?
Médium algum solucionará, em definitivo, o problema fundamental da iluminação dos companheiros.
Nossa tarefa espiritual seria absurda se estivesse circunscrita à freqüência mecânica de muitos, a um centro qualquer, simplesmente para assinalarem o esforço de alguns poucos.
Convençam-se os discípulos de que o trabalho e a realização pertencem a todos e que é imprescindível se movimente cada qual no serviço edificante que lhe compete.
Ninguém alegue ausência de novidades, quando vultosas concessões da esfera superior aguardam a firme decisão do aprendiz de boa-vontade, no sentido de conhecer a vida e elevar-se.
Quando vos reunirdes, lembrai a doutrina e a revelação, o poder de falar e de interpretar de que já sois detentores e colocai mãos à obra do bem e da luz, no aperfeiçoamento indispensável.

domingo, 5 de maio de 2013

O ENSINO MORAL 

O ser humano necessita educar-se em todos os aspectos. Porém, se não atender ao chamado da Educação Moral, suas conquistas serão sempre incompletas. A nossa atualidade, tão efervescente de novidades tecnológicas, está vivendo em clima de tristeza espiritual, porque algumas mentes menos avisadas, acham mais conveniente uma solução bélica, em vez de uma paz que demande boa vontade e atitudes fraternas. A evolução é o caminho obrigatório para todos nós, mas, o homem não conseguirá evoluir se descuidar do aprendizado moral. Na Introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo encontramos a definição perfeita do que seja o ensino moral. Ali, está escrito que os homens podem discordar quanto às questões religiosas, às praticas e aos dogmas da igreja, mas, ninguém conseguirá atacar a moral pregada por Jesus. Algumas pessoas podem até não entender em profundidade o que Jesus veio ensinar, pois conforme suas próprias palavras, muitos não estavam preparados para compreendê-lo. Na verdade, ainda hoje isto acontece. Todos admiram a moral evangélica e exaltam a sua prática, mas, poucos a conhecem a fundo e muitos não conseguem viver sob as suas regras. A moral ensinada pelo Mestre Jesus é simples e a base encontra-se na consciência do próprio homem, que infelizmente, não permite que esta planta se desenvolva plenamente. O Mestre dos Mestres nos ensinou que: “devemos amar ao próximo como a nós mesmos”. Nesta regra está certamente a nossa maior dificuldade, porque ainda desconhecemos o que seja “amar”, no sentido evocado por Jesus. Falamos de amor, mas não sabemos usar esta energia maravilhosa. Por mais paradoxal que pareça, somos algozes de nós mesmos, a partir do momento em que descuidamos de zelar pela nossa veste física, tornando-nos muitas vezes enfermiços por conta de pensamentos negativos e ações infelizes. Claro está que, se não conseguimos resguardar a roupagem que o Pai nos concedeu, como vamos amar o nosso próximo?!?! As coisas de Deus são simples e claras. Nós é que complicamos tudo, quando nos arvorarmos em legisladores do que ainda conhecemos tão pouco. Pensando desta forma, chegamos à conclusão que devemos acelerar o nosso estudo moral, para que todos possamos vibrar em sintonia com as Leis Divinas, colaborando para uma vida mais sadia, tanto no sentido físico como espiritual.

domingo, 14 de abril de 2013

EVANGELHO NO LAR NOS DIAS ATUAIS


Na atualidade terrestre, observamos um panorama desolador, um mundo que parece estar sempre em crise, onde as noções do dever bem cumprido com responsabilidade e correção são valores pertencentes ao passado.


Diante do extraordinário desenvolvimento dos meios de comunicação, que proporciona a milhares de expectadores o acesso a informações globais quase que instantaneamente, percebemos um apelo significativo de promiscuidade sexual, à violência reinante em muitos recantos do orbe terrestre, o acesso fácil às drogas, aos vícios de diversas naturezas, a vadiagens e suntuosidades adquiridas de forma ilícita e até de forma violenta, como sendo valores expressivos de autenticidade existencial.


Como podemos nos defender nesse contexto atual e universal?


Como desenvolver um senso crítico objetivando gradativamente criarmos defesas pessoais para sempre decidir de forma consciente e construtiva?...

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013



O ENSINO MORAL
O ser humano necessita educar-se em todos os aspectos. Porém, se não atender ao chamado da Educação Moral, suas conquistas serão sempre incompletas.

A nossa atualidade, tão efervescente de novidades tecnológicas, está vivendo em clima de tristeza espiritual, porque algumas mentes menos avisadas, acham mais conveniente uma solução bélica, em vez de uma paz que demande boa vontade e atitudes fraternas.
A evolução é o caminho obrigatório para todos nós, mas, o homem não conseguirá evoluir se descuidar do aprendizado moral.
Na Introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo encontramos a definição perfeita do que seja o ensino moral. Ali, está escrito que os homens podem discordar quanto às questões religiosas, às praticas e aos dogmas da igreja, mas, ninguém conseguirá atacar a moral pregada por Jesus.

Algumas pessoas podem até não entender em profundidade o que Jesus veio ensinar, pois conforme suas próprias palavras, muitos não estavam preparados para compreendê-lo. Na verdade, ainda hoje isto acontece. Todos admiram a moral evangélica e exaltam a sua prática, mas, poucos a conhecem a fundo e muitos não conseguem viver sob as suas regras.
A moral ensinada pelo Mestre Jesus é simples e a base encontra-se na consciência do próprio homem, que infelizmente, não permite que esta planta se desenvolva plenamente. O Mestre dos Mestres nos ensinou que: “devemos amar ao próximo como a nós mesmos”.

Nesta regra está certamente a nossa maior dificuldade, porque ainda desconhecemos o que seja “amar”, no sentido evocado por Jesus.

Falamos de amor, mas não sabemos usar esta energia maravilhosa. Por mais paradoxal que pareça, somos algozes de nós mesmos, a partir do momento em que descuidamos de zelar pela nossa veste física, tornando-nos muitas vezes enfermiços por conta de pensamentos negativos e ações infelizes.
Claro está que, se não conseguimos resguardar a roupagem que o Pai nos concedeu, como vamos amar o nosso próximo?!?!
As coisas de Deus são simples e claras. Nós é que complicamos tudo, quando nos arvorarmos em legisladores do que ainda conhecemos tão pouco. Pensando desta forma, chegamos à conclusão que devemos acelerar o nosso estudo moral, para que todos possamos vibrar em sintonia com as Leis Divinas, colaborando para uma vida mais sadia, tanto no sentido físico como espiritual.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

 O HÁBITO DE ORAR

 “A Prece é agradável a Deus?
-- A prece é sempre agradável a Deus quando ela é ditada pelo coração, por que a intenção é tudo para ele, e a prece do coração é preferível à que se pode ler, por bela que seja, se tu a lês mais com os lábios que com o pensamento”.( Questão 658, de “O Livro dos Espíritos”- Allan Kardec)


      A prece é, sem dúvida, o canal que nos liga a Deus.
      E, para falar com o Criador, basta o nosso pensamento, pois o que chega até seu coração são as nossas mensagens mentais. Assim, não precisamos de formas específicas, posições físicas, horas absolutamente determinadas, locais rigorosamente escolhidos. Não, para conversar com o Pai Celestial será preciso apenas desejar, querer e os nossos pensamentos chegarão até seus “ouvidos”.
      É claro que não podemos dispensar um instante de recolhimento, mas isso podemos conseguir, mesmo no local do nosso trabalho, em um cômodo da nossa casa, isolando-se um pouco, mesmo em locais públicos, pois momentos existem que temos necessidade de nos dirigirmos a Deus, ante algum perigo, alguma dúvida e diante das condições do momento, as vezes, estamos impedidos de uma concentração maior.
      Como a alimentação diária é indispensável para a nutrição do nosso corpo físico, a prece é imprescindível para a sustentação da nossa vida espiritual.
      Portanto, no mínimo, devemos fazer preces duas vezes ao dia; quando acordamos, pela manhã, rogando a Deus forças para mais um dia de trabalho e de atividades, procurando proteção contra os possíveis perigos e, ao dormirmos, oportunidade em que podemos agradecer o dia que tivemos e solicitar assistência espiritual para as horas em que estivermos fora do corpo, no desprendimento natural propiciado pelo sono, pois enquanto nosso corpo repousa, buscando o refazimento das forças, em Espírito, prosseguimos com nossas atividades, nas “muitas moradas da casa do Pai”.
      Mas podemos orar em muitas outras oportunidades, rogando socorro ante um perigo eminente, implorando ajuda nos momentos difíceis, pedindo orientação para a tomada de decisões, buscando reflexão interior para identificar nossas falhas visando saná-las. Podemos também, e devemos, fazer preces pelas pessoas doentes, pelos nossos amigos que estão enfrentando problemas, por familiares que caminham pelas estradas do sofrimento, pelos entes queridos que seguiram viagem para a vida espiritual e muito mais.
      Incontestavelmente, a única maneira que podemos nos dirigir àqueles que nos deixaram na Terra, vivendo agora em outra dimensão da vida, é através da prece, pois são nossos sentimentos, lembranças, saudades que chegam até seus corações. Sabendo disso, temos a obrigação de nos dirigirmos a eles com muito equilíbrio, pois que identificam o nosso estado emocional. Assim , se estivermos sofrendo suas ausências, mas com resignação, também eles encontrarão motivos para a calma, mas se perceberem o nosso inconformismo ante as determinação divinas, nossa revolta até, sofrerão ainda mais, pois possivelmente também cairão no desequilíbrio.
      A prece tende a nos fazer melhores, mais pacientes, compreensivos e tolerantes, pois que o contato com a providência divina, com freqüência, possibilita que busquemos mais forças, coragem e resignação, mesmo ante as intrincadas situações em que muitas vezes nos deparamos.
      Portanto, se já temos o hábito da oração, continuemos com ele, estando cada vez mais próximos das imprescindíveis forças divinas, que amorosamente atuam em nosso favor. Se ainda não estamos acostumados a fazer preces, nos esforcemos por fazê-las, para também usufruirmos das dádivas abençoadas que emanam do Criador, em direção de todos nós.
      E, para falarmos com Deus não temos necessidades de intermediários, de interlocutores, mesmo porque eles não conseguirão dizer o que pretendemos expressar, assim, façamos nós mesmos as mossas preces , da forma que sabemos, com o coração, com sinceridade, humildade e o Pai Celestial saberá perfeitamente como nos compreender.
      O importante é orar, não importa onde, como, quanto...mas orar.